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As plantas medicinais e o sagrado: a etnofarmacobotânica em uma revisão historiográfica da medicina popular no Brasil
Autor(a): Maria Thereza Lemos de Arruda Camargo
ISBN: 978-85-274-1242-1

Número de páginas: 280


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📖 Resenha
Maria Thereza é uma das maiores estudiosas da etnofarmacobotânica brasileira, já tendo publicado diversos livros sobre medicina popular em geral e sobre diversas plantas em particular, como a jurema, a mandioca, o milho, a ipomeia, os anti-helmínticos etc. Seu campo de estudo dá conta da identificação e descrição botânica, mas, não se restringe a buscar o papel funcional das plantas nas medicinas tradicionais, abrangendo em sua análise o reconhecimento do papel mágico-religioso no processo de cura, em que se daria uma complementaridade entre o sacral e o funcional de forma a obter mais do que apenas uma “eficácia simbólica”, como escreveu Lévi-Strauss, pois incorpora a materialidade farmacobotânica com a ritualística e a crença.

Prof. Dr. Henrique Carneiro
Professor de História Moderna da Universidade de São Paulo (USP)


A autora:

Maria Thereza iniciou seus estudos e pesquisas em Etnofarmacobotânica em 1972, sob orientação do Prof. Dr. Orestes Scavone, a quem dedica este livro, junto à disciplina do bacharelado “Plantas medicinas e Tóxicas”, no Departamento de Botânica do Instituto de Biociências da USP, onde permaneceu até 1985. A partir dessa data, a convite do Centro de Estudos da Religião “Duglas Teixeira Monteiro” - USP/PUC-SP -, sediado no Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, para lá se transferiu, passando a membro de sua diretoria. Neste novo local de trabalho, organizou o Herbário Etnobotânico e Banco de Dados, publicado em 1999 sob o patrocínio da FAPESP. Em 2002, afastou-se destas atividades, passando a se dedicar à pesquisa em diferentes regiões do país e a publicar seus livros e artigos em revistas nacionais e estrangeiras. Neste percurso, ganhou os prêmios:
♦ 1º Prêmio “Mário de Andrade”, com a pesquisa Medicina Popular em Favela de São Paulo - Prefeitura Municipal do Município de São Paulo – Discoteca Municipal - 1972.
♦ 1º Prêmio “Câmara Cascudo”, com a pesquisa As Plantas no Catimbó em “Meleagro” de Luís da Câmara Cascudo. Universidade Federal do Rio de Janeiro – Centro de Letras e Artes – 1989.
 









 
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